quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Estando eu no pecado e Jesus voltando, eu fico?

arrebatamento 3

Essa dúvida tem acontecido na mente de muitas pessoas devido a muitos erros nos ensinos teológicos em muitas igrejas.

É importante que saibamos o que a Bíblia diz sobre a nossa salvação, sobre nossos pecados, sobre o perdão de Deus, etc., para que tenhamos paz em nosso coração e não vivamos totalmente neuróticos todos os dias.

Vejamos, pois:

(1) A primeira coisa a ser dita é que a salvação acontece quando entregamos nossa vida a Jesus, quando entendemos que somos pecadores e que Jesus Cristo deu Sua vida em nosso favor.

É nesse momento que somos salvos por Jesus e selados pelo Espírito Santo: “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efésios 1:13). Nesse momento, nossos pecados são cancelados: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:19).

(2) A segunda coisa a ser compreendida é que Jesus Cristo morreu por todos os nossos pecados.

Sejam aqueles que cometemos antes da conversão e também aqueles que por descuido de nossa parte possamos cometer mesmo depois de convertidos: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” (1 João 2:1-2).

(3) Na prática isso significa que somos salvos não porque reconhecemos cada um de nossos pecados nominalmente, um por um, desde que nascemos e os confessamos um por um (o que seria impossível), mas porque reconhecemos a nossa condição de pecadores, nosso fracasso em cumprir a vontade de Deus e reconhecemos o sacrifício perfeito de Cristo.

Assim, se, por exemplo, eu cometer um pecado e não tiver tempo de me arrepender dele e confessá-lo objetivamente a Deus, isso não significa que irei perder minha condição de salvo, que irei ficar se Jesus voltar, pois o sacrifício de Jesus foi 100% perfeito para me salvar.

(4) Alguns têm medo, por exemplo, de cometerem um erro e esquecerem-se de pedir perdão por algum motivo e perderem a salvação caso morrerem sem pedir perdão ou se Jesus voltar. Isso é um erro.

A salvação não se perde, pois ela é obra de Deus em nossa vida, não depende de obras, mas da graça de Deus em nós: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

(5) Por fim, finalizo dizendo que de todos aqueles que Jesus salvou nenhum se perderá, porque nada pode nos separar do amor de Deus (Romanos 8:38-39).

Além disso, quem nos garante essa verdade é o próprio Jesus Cristo: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar” (João 10:28-29).

Se você é um salvo de verdade, se recebeu Jesus em seu coração, você não vai ficar quando Jesus voltar para arrebatar a Sua igreja (nem mesmo se porventura se esquecer de confessar um pecado) e nem quando você morrer irá para longe do Senhor. Pelo contrário, todos que são de Cristo verdadeiramente estarão com Ele. Nenhum se perderá.

O sacrifício de Cristo na cruz foi perfeito, e plenamente eficaz para salvar aqueles que pelo Pai lhe foram dados; se alguém por quem Cristo morreu viesse a perder a salvação, significaria dizer que o sacrifício de Cristo teria sido imperfeito e ineficaz, uma vez que não teria sido suficiente para salvar aquele pecador!

O Senhor não inicia uma obra para abandoná-la, ou deixá-la inacabada! "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus"! (Filipenses 1:6)

Pb. André Sanchez

Pb. João Placoná

sábado, 12 de agosto de 2017

A Resposta é Jesus

salvo

Só de Deus vem a minha salvação, só Dele vem a minha esperança.

É preciso notar que a confiança é o resultado de uma luta interior, é fruto da fadiga desse viver, e que a salvação e a esperança não residem no poder e na riqueza, mas em nosso Deus Jesus Cristo, que é a Rocha sobre a qual pode estar solidamente construída a existência humana.

Confiar no Deus forte, leal e fiel não significa fugir das decepções da vida para buscar autossatisfação, mas significa ver a realidade como ela é, sem mentiras e sem enganos, sem lamentações, mas também sem desculpas, pois é dentro dela que Deus manifesta Sua força e fidelidade.

Fique com Deus e jamais desista do Seu amor, pois somente nEle há paz e salvação!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Comunicação com os Mortos à Luz da Bíblia

mesa branca

A HISTÓRIA DE SAMUEL E SAUL

Às vezes, a história de Samuel e Saul é usada para justificar a comunicação com os mortos.

Nessa circunstância notável, Samuel, aparentemente, foi trazido de volta do mundo dos mortos, pela médium de Em-Dor. Deus mesmo parece ter realizado esse milagre; só esse ato surpreendente explicaria o terror da médium (1 Samuel 28:3-25). Devemos lembrar que a voz de Samuel não falou por meio dos lábios dessa médium.

Samuel e Saul falaram diretamente um com o outro por causa desse surpreendente milagre. E mais, o Altíssimo ficou descontente com a tentativa desesperada de Saul de consultar o profeta morto. Não é de admirar que Saul tenha ouvido uma profecia de julgamento de que ele e seus filhos morreriam no dia seguinte — profecia essa que foi cumprida.

Entendemos que não há um consenso entre os comentaristas acerca do que aconteceu. Na opinião de alguns, um espírito maligno se fez passar por Samuel; para outros, Deus interrompeu a sessão espírita de forma inesperada e permitiu que o verdadeiro Samuel aparecesse.

A segunda alternativa é preferível pelos seguintes motivos: A médium se assustou com a aparição repentina de Samuel no lugar dos espíritos com os quais ela estava acostumada a lidar. Além disso, o texto especifica que era Samuel. Por fim, o espírito profetizou com precisão o que sucederia no dia seguinte.

A TENTATIVA DE FALAR COM O MORTO

A tentativa de falar com o morto é condenada de maneira consistente por Deus. (Deuteronômio 18:10,11,12).

A BÍBLIA ORDENA: “Não os seus filhos em sacrifícios, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tirem sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas...” (Deuteronômio 18:10,11,12)

OS DEMÔNIOS PERSONIFICAM O MORTO

Contudo, há espíritos que personificam o morto. O truque deles é complexo, pois conseguem, de fato, falar sobre amor, o valor da religião ou fazer referências favoráveis a Cristo. E é claro que sabem o bastante sobre o morto para enganar o incauto.

Os demônios personificaram o morto para criar a ilusão de que os vivos podem se comunicar com os mortos.

Esses espíritos têm um impressionante conhecimento da vida da pessoa morta, uma vez que observam com atenção os indivíduos enquanto estão vivos.

Por meio do poder de iludir, eles conseguem imitar a voz, personalidade e, até mesmo, a aparência da pessoa morta.

FANTASMAS SÃO DEMÔNIOS

A habilidade de espíritos demoníacos de simular a personalidade do morto ajuda-nos a entender casas assombradas. Enquanto estava hospedado em um hotel perto de Calgary, um jornal local publicou uma história dizendo que havia, pelo menos, dois fantasmas no belo prédio. Um dos empregados mostrou-nos uma escadaria de mármore onde vivia um desses fantasmas (fato comprovado pelo testemunho dos empregados).

Anos atrás, uma recém-casada rolara escada abaixo e batera a cabeça, o que resultou em sua morte. Fomos informados que, agora, seu espírito vivia na escadaria e aparecia com alguma regularidade.

1. Como explicamos esse fenômeno?

Quando uma pessoa habitada por espíritos malignos morre, esses demônios precisam se transferir para outro lugar.

Frequentemente, eles escolhem permanecer no lugar em que a morte aconteceu (isso parece ser especialmente verdade no caso de mortes violentas, como assassinato e suicídio).

Eles assumem o nome e as características da pessoa morta e fazem aparições ocasionais sob esse disfarce.

Essas entidades (como são frequentemente chamadas hoje) são espíritos malignos que, muitas vezes, posam como “fantasmas amigáveis”.

CONSULTAR UM MÉDIUM É DAR AS COSTAS A DEUS

Tentar contatar o morto é propor associação com hostes das trevas fingindo serem anjos de luz que estão ali para ser úteis. Isaías, o profeta, advertiu o povo de que consultar um médium era dar as costas a Deus.

Quando vos disserem: Consultai os que consultam os mortos e os feiticeiros, que sussurram e murmuram, respondei: Por acaso um povo não consultará o seu Deus? Em favor dos vivos se buscarão os mortos? À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem conforme esta palavra nunca verão o raiar do amanhecer. (Isaías 8:19,20).

DEUS ABOMINA TODAS AS MANEIRAS DE OCULTISMO

Ocultismo, de qualquer espécie, não é uma fonte confiável de informação em relação ao que acontece após a morte. Ele só prova a existência de um mundo espiritual, um mundo de engano e de conhecimento obscuro. Deus abomina todas as maneiras de ocultismo (Levítico 19:31; Deuteronômio 18:9-12; Isaías 8:19,20.

Um dos argumentos usados pelo Espiritismo é o de que se Deus proibiu a comunicação com os mortos é porque existe tal comunicação, pois Ele não iria proibir algo impossível de acontecer.

À primeira vista parece um sólido argumento, todavia, convém lembrar que Deus conhece as ciladas do diabo. Ele sabe o perigo que corremos em consultar feiticeiros, adivinhos, médiuns ou necromantes. Deus sabe que esse é um caminho maldito, que nos levará à perdição.

Na verdade, Ele está advertindo que não são os mortos que se apresentam para nos comunicar alguma coisa. São os demônios que se manifestam.

Se essa comunicação com o além fosse uma prática saudável; se trouxesse qualquer benefício aos homens; se os desencarnados fossem de fato mensageiros de Deus, como deseja o Espiritismo, Deus recomendaria essa prática, sem nenhuma restrição.

CONCLUSÃO

A questão, claro, é que toda informação sobre a vida após a morte que vem de espíritos ou canalizadores não é confiável. Os que se voltam para o mundo oculto para buscar conhecer a morte estão equivocados.

Sim, há vida após a morte, mas não aprendemos os detalhes dela com demônios, cujo principal deleite é confundir e enganar.

Ninguém que proclamado ser um guru é qualificado para nos informar a respeito da eternidade. Ninguém pode provar que ele, ou ela, viveu a experiência de ser reciclado de outra existência.

O Espiritismo é um terreno minado, cheio de armadilhas, de surpresas desagradáveis. O melhor mesmo é seguir o conselho do salmista: Entrega a tua vida ao Senhor, confia nele, e tudo Ele fará (Salmos 37.5).

Pr. Erwin Lutzer

Pb. João Placoná

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem decide a salvação: O Livre Arbítrio ou a Soberania Divina?

salvacao escolhida ou determinada

Um grande problema criado pela doutrina calvinista da soberania divina tem a ver com a vontade do homem.

Se Deus rege Seu universo mediante Seus decretos soberanos, como é possível que o homem exerça livre escolha? E se Ele não pode exercer liberdade de escolha, como Ele pode ser considerado responsável por seu comportamento?

Ele não é uma mera marionete cujas ações são determinadas por um Deus que fica atrás dos bastidores mexendo os pauzinhos conforme lhe agrada?

A tentativa de responder tais questões tem dividido a igreja cristã organizadamente em dois grupos que carregam os nomes de dois distintos teólogos, Jacó Armínio e João Calvino.

A maioria dos cristãos está satisfeita em se envolver em um grupo ou outro e negar ou a soberania de Deus ou o livre-arbítrio do homem.

Parece possível, entretanto, reconciliar estas duas posições sem fazer violência a cada uma, embora o esforço que pretendo fazer aqui nesta direção possa se mostrar deficiente aos partidários de um grupo ou outro.

Por essa razão eu me sinto livre para reafirmar que não sou nem calvinista e nem arminiano, ainda que reconheça nas propostas de Armínio uma linha interpretativa mais próxima daquilo que eu creio e que tentarei em breve palavras transmitir aqui.

Na minha opinião, Deus soberanamente decretou que o homem fosse livre para exercer escolha moral, e o homem desde o começo tem cumprido esse decreto fazendo sua escolha entre o bem e o mal.

Quando ele escolhe fazer o mal, ele não está agindo, por meio disso, contra a vontade soberana de Deus, mas a cumprindo, considerando que o decreto eterno decidiu, não qual escolha o homem deveria fazer, mas que ele devesse ser livre para fazê-la.

Se em Sua absoluta liberdade Deus desejou dar ao homem uma liberdade limitada, quem poderá impedir Sua mão ou dizer, “Que fazes?”.

A vontade do homem é livre porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não poderia conceder liberdade moral às Suas criaturas. Ele teria medo de fazer isso.

Talvez uma simples ilustração possa nos ajudar a entender. Um transatlântico deixa São Luis do Maranhão em direção a Manaus. Seu destino foi determinado pelas autoridades competentes. Nada pode mudá-lo. Este é um pequeno quadro do que seja a soberania.

A bordo do transatlântico está uma multidão de passageiros. Estes não estão em correntes, nem suas atividades lhes são determinadas por decreto. Eles são completamente livres para movimentarem-se conforme desejarem. Podem permanecer na embarcação rumo ao seu destino ou podem até mesmo pularem nas águas se assim desejarem.

Por arrependimento, desânimo ou desistência, podem tentar obter a oportunidade de embarcarem noutro transatlântico ou solicitarem uma pequena lancha que lhes leve de volta ou para outra direção.

Enfim, são muitas as possibilidades. Eles comem, dormem, divertem-se, ficam à toa no convés, leem, falam tudo como desejam, mas ao mesmo tempo o grande transatlântico está conduzindo-os constantemente em frente, em direção a um porto predeterminado.

Ambas, a liberdade e a soberania estão presentes aqui e elas não se contradizem.

Assim eu creio que ocorre com a liberdade do homem e a soberania de Deus. O poderoso transatlântico do propósito soberano de Deus mantém seu curso constante através do mar da história.

Deus se move imperturbado e desimpedido rumo ao cumprimento desses propósitos eternos que Ele propôs em Cristo Jesus antes que o mundo começou.

Não sabemos tudo que está incluído nesses propósitos, mas o suficiente nos foi revelado para nos fornecer um amplo esboço das coisas e que vem nos dar uma boa esperança e uma sólida garantia do bem-estar futuro.

Sabemos que Deus cumprirá cada promessa feita aos profetas; sabemos que os pecadores um dia serão varridos da terra; sabemos que um grupo resgatado entrará para o gozo de Deus e que os justos irão resplandecer no reino de seu Pai; sabemos que as perfeições de Deus, todavia receberão aclamação universal, que todas as inteligências criadas confessarão Jesus Cristo Senhor para a glória de Deus Pai, que a presente ordem imperfeita será abolida, e um novo céu e uma nova terra será estabelecida para sempre.

Na direção de tudo isto Deus está se movendo com infinita sabedoria e perfeita precisão de ação. Ninguém pode dissuadi-lo de Seus propósitos; nada O desvia de Seus planos.

Visto que Ele é onisciente, não pode haver circunstâncias imprevistas, nem acidentes. Visto que Ele é soberano, não pode haver ordens canceladas, nem quebra de autoridade; e visto que Ele é onipotente, não pode haver falta de poder para atingir Seus fins escolhidos. Deus é suficiente a Si mesmo por todas estas coisas.

Ao mesmo tempo as coisas não são tão fáceis como este ligeiro esboço pode sugerir.

O mistério da iniquidade já opera. Dentro da ampla esfera da vontade soberana e permissiva de Deus o mortal conflito do bem com o mal continua com fúria crescente.

Deus, todavia, conseguirá o que quer no furacão e na tempestade, mas a tempestade e o furacão estão aqui, e como seres responsáveis devemos fazer nossas escolhas na presente situação moral.

Certas coisas foram decretadas pela livre determinação de Deus, e uma destas coisas é a lei de escolha e consequências. Deus decretou que todos que desejosamente se entregam a Seu Filho Jesus Cristo em obediência de fé receberão a vida eterna e se tornarão filhos de Deus.

Ele também decretou que todos que amam as trevas e continuam em rebelião contra a suprema autoridade do céu permanecerão em um estado de alienação espiritual e finalmente sofrerão a morte eterna.

Reduzindo toda a questão em termos individuais, chegamos a algumas conclusões vitais e bem particulares.

No intenso conflito moral que agora nos cerca, quem quer que esteja do lado de Deus está do lado que vai ganhar e não pode perder; quem quer que esteja do outro lado está do lado que vai perder e não pode ganhar.

Não há aqui nenhuma sorte, nenhum jogo. Há liberdade para escolha de qual lado estaremos, mas nenhuma liberdade para negociar os resultados da escolha uma vez que ela for feita.

Pela misericórdia de Deus podemos nos arrepender de uma escolha equivocada e alterar as consequências fazendo uma escolha nova e correta.

Além disso, não podemos ir.

Toda a questão da escolha moral gira em torno de Jesus Cristo. Cristo afirmou claramente: “Aquele que não está comigo está contra mim,” e “Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

A mensagem do evangelho incorpora três elementos distintos: um anúncio, um comando e um chamado.

Ele anuncia as boas novas da redenção realizada em misericórdia; ele comanda todos os homens em todos os lugares a arrependerem-se e chama todos os homens a submeterem-se aos termos da graça crendo em Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Todos nós devemos escolher se obedeceremos ao evangelho ou nos desviamos em incredulidade e rejeitamos sua autoridade.

A escolha somos nós que fazemos, mas as consequências da escolha já foram determinadas pela vontade soberana de Deus, e dela não há apelação.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná